Como um bombeiro civil pode se destacar no mercado de trabalho

Como um bombeiro civil pode se destacar no mercado de trabalho

O bombeiro civil representa segurança e presta um serviço essencial para a sociedade. São profissionais de extrema importância, atuando em indústrias, edificações, eventos e mais, prevenindo tragédias como acidentes e incêndios, além de atuar no resgate e primeiros socorros de possíveis vítimas.

É uma profissão que exige muito em termos de foco, responsabilidade e cautela, além do condicionamento físico.

Para se destacar nessa carreira, é preciso vocação e dedicação da parte do bombeiro civil.

Cada bombeiro civil precisa ter qualidades desenvolvidas com a experiência, além de ampliar seu próprio conhecimento. Confira a seguir algumas instruções de como um bombeiro civil pode se destacar no mercado de trabalho.

1- Ganhando experiência

Qualquer profissional que deseje ascender na sua carreira, precisa ganhar experiência. Não é diferente no caso do bombeiro civil.

Quanto mais experiente esse profissional for, consequentemente mais competente ele será nas suas ações, e esse é o diferencial que vai trazer o reconhecimento do seu trabalho.

Para adquirir uma boa experiência, os bombeiros civis podem trabalhar em diferentes instalações, tendo contato também com diferentes situações que podem surgir na rotina do trabalho.

É através do contato com os mais variados desafios que se forma um profissional experiente.

2- Disciplina em primeiro lugar

Todo bombeiro civil deve ser disciplinado e responsável, seja ele iniciante ou já experiente.

Essa disciplina deve estar presente durante toda a carreira profissional, seja qual for o segmento de atuação.

Um bombeiro civil deve obedecer a lei e os seus superiores, levando para a vida os ensinamentos de boa conduta.

Sem essa disciplina, esse profissional jamais conseguiria alcançar destaque em sua atuação, pois o bom resultado do seu trabalho e de sua equipe dependem do seu comportamento.

3- Especialização

Existem muitas possibilidades em cursos de especialização para bombeiros civis, visando aprofundar ainda mais esse profissional em seus conhecimentos e habilidades.

Um bombeiro civil pode encontrar cursos de combate a incêndio, especialização em heliponto, salvamento e resgate, seja aquático ou terrestre, entre outros.

Essas especializações podem ser de extrema importância nos resultados do serviço do bombeiro civil, e em consequência disso, abrirem portas para uma ascenção e destaque no mercado de trabalho.

Lembre-se: os bombeiros civis atuam em uma área com diversos segmentos, possuindo várias possibilidades de locais de atuação, portanto, esse profissional pode sempre ampliar a sua experiência e qualificação.

4- Coragem

Pode parecer óbvio, mas é a coragem junto com um bom foco que faz o bombeiro civil conseguir agir com frieza diante de uma situação de emergência, sendo então essencial para o seu bom desempenho.

Esse profissional precisa exercer a sua profissão colocando sempre as possíveis vítimas em primeiro lugar, ainda que precise arriscar a própria vida para isso.

Sendo assim, é possível afirmar que coragem é essencial para que um bombeiro civil se destaque.

5- Bom estado físico e emocional

Um bombeiro civil precisa estar com o seu condicionamento físico sempre em dia, já que o seu corpo é o seu principal instrumento de trabalho.

Além do treino, é necessária uma rotina de alimentação e exercícios físicos que possibilitem ao bombeiro civil estar com um corpo forte e saudável.

Além disso, o bom estado emocional também é fundamental na atuação de um bombeiro civil, já que o foco é também seu instrumento de trabalho.

É preciso que esse profissional saiba controlar suas próprias emoções para agir com frieza e sabedoria durante a sua atuação.

Seguindo tudo isso à risca, o bombeiro civil certamente irá se destacar no mercado de trabalho e alcançar o reconhecimento necessário.

Entenda a diferença entre Bombeiro Civil e Brigadista

Entenda a diferença entre Bombeiro Civil e Brigadista

É de extrema importância a presença de brigadista e bombeiro civil em determinados estabelecimentos e empresas. Possuem a função de certificar se tudo está perfeito funcionamento, cuidam da prevenção de acidentes e incêndios e, se necessário, estão aptos a entrar em ação para salvar vidas e apagar incêndios.

Apesar de trabalharem de forma conjunta, existem diferenças importantes entre Brigadistas e Bombeiros Civis. E por isso, criamos este artigo para acabar com as dúvidas que cercam estes guerreiros. Continue lendo e confira!

Brigadista de Incêndio – O que é?

O Brigadista é uma pessoa indicada ou voluntária de uma empresa ou edificação, que é treinada para contribuir com os Bombeiros Civis no controle de pânico, prevenção de incêndios, evacuação de emergência e prestação de socorro às vítimas.

De forma geral, essas pessoas fazem parte do quadro de funcionários, com funções próprias, porém, nos casos de emergência, estão aptas a entrarem em ação perante os riscos iminentes.

Mesmo não sendo considerada uma profissão, é necessário fazer um curso para poder atuar como brigadista. Ou seja, quem deseja fazer parte da brigada de incêndio precisa fazer um curso de capacitação, e só assim, estará apto a trabalhar junto aos Bombeiros Civis. O curso oferece treinamento teórico e prático, e em geral, leva em consideração o local que o brigadista irá atuar.

A Brigada de Incêndio trata-se de uma organização interna de um estabelecimento ou instituição e, por isso, não pode atuar fora do seu perímetro de atividades.

Diferenças entre Bombeiro Civil e Brigadista

Essas duas funções, apesar de exercerem algumas atividades em comum, são bem diferentes. A principal diferença é que o Brigadista é um voluntário e não possui registro em carteira. Já o Bombeiro Civil é uma profissão regulamentada, o profissional pode seguir carreira e recebe remuneração para tal função.

Além disso, algumas tarefas só podem ser exercidas pelos Bombeiros Civis, pois possui treinamento completo e específico para tal. Em comum as funções podemos citar a vistoria, combate e prevenção a incêndio e primeiros socorros. Os Bombeiros Civis também são habilitados a atuar com salvamentos, produtos perigosos, testes em equipamento de proteção, prevenção de vazamentos e outros.

Os Bombeiros também são responsáveis por coordenar as equipes de brigadistas, e também, guiar o Corpo de Bombeiros dentro das edificações (quando acionados).

beneficios de um bombeiro civil

Benefícios de ser um bombeiro civil

O bombeiro civil é um profissional fundamental para a sociedade. Seus serviços são de importância essencial, seja em eventos ou edificações.

São os bombeiros civis que atuam em vistorias, combate e prevenção de incêndios ou demais emergências, resgate e primeiros socorros de possíveis feridos.

Quem pensa na função do bombeiro civil costuma associar o seu trabalho à coragem, condicionamento físico e riscos em prol da sociedade.

E de fato é uma profissão que exige um bom condicionamento físico, muito foco e traz uma carreira heróica de entrega altruísta, sendo motivo de orgulho entre esses profissionais.

Um serviço que leva segurança e preservação à vida é muito gratificante para quem o presta.

Pensando nisso e nos demais prós dessa carreira, listamos os principais benefícios de ser um bombeiro civil. Confira!

1- Saúde sempre em dia

Manter um condicionamento físico bom e o corpo em forma é uma exigência do ofício de bombeiro civil. Isso se reflete na saúde de forma geral, já que o bombeiro civil precisa cuidar bem de si para estar em perfeitas condições de atuação.

O bombeiro civil deve cuidar do corpo e da psique com uma rotina saudável de alimentação e exercícios físicos, além de ter sempre um momento para relaxar e se dedicar ao lazer, cuidando também da sua saúde mental e se mantendo apto a ser um profissional focado.

2- Corpo em forma

Como dito no tópico anterior, para uma boa atuação como bombeiro civil, é necessário que o profissional mantenha um ótimo condicionamento físico, já que o seu corpo precisa estar sempre ágil e preparado para situações de esforço físico.

Os bombeiros civis, portanto, estão sempre investindo nos cuidados com o corpo para manterem um rendimento impecável.

Além do treinamento necessário, a rotina de trabalho também faz com que o corpo desses profissionais esteja sempre em perfeita forma.

3- Tempo livre

Por ser um trabalho intenso, um bombeiro civil tem 36 horas de descanso para cada 12 horas de trabalho.

Essa divisão é prevista por lei federal, e permite que o bombeiro civil possa conciliar trabalho e vida pessoal, mantendo assim a sua mente sã e descansada, estando sempre pronto e saudável para um novo turno.

4- Plano de carreira

Um bombeiro civil ingressa na sua carreira com boas possibilidades de evoluir de cargo à medida que vai ganhando mais experiência no trabalho.

Isso acontece porque muitos dos contratantes que necessitam dos serviços dos bombeiros civis oferecem plano de carreira, com uma hierarquia onde esse profissional pode progredir.

Sendo assim, o bombeiro civil tem a chance de atingir o melhor desenvolvimento das suas competências, alcançando uma estabilidade e boa remuneração e qualidade de vida.

5- Fazer o bem

Como já dito, a função do bombeiro civil é essencial para a sociedade, e é por isso que a sua figura é a de um herói. Muitas crianças sonham com essa carreira e é uma profissão admirada por todos.

O bombeiro civil é um guerreiro, que previne incêndios e demais riscos à vida, preservando a segurança da população, além de arriscar a própria vida para salvar outros seres humanos em situações de emergência.

É um trabalho que exige altruísmo, preparo e coragem e salva vidas, o que dá a esses profissionais a sensação gratificante de orgulho e missão cumprida.

Você tem interesse na carreira de bombeiro civil? Dê o primeiro passo em direção a essa carreira de sucesso.

O que não pode faltar no uniforme de bombeiro?

O que não pode faltar no uniforme de bombeiro?

Cada profissão possui suas especificações e peculiaridades; os bombeiros não são exceção.

Os Bombeiros Militares e os Bombeiros Civis possuem conjuntos diferenciados de regras a serem respeitadas, e as normas de vestuário, por exemplo, são algumas delas.

O bombeiro do Corpo de Bombeiros Militar faz parte dos pilares da Segurança Pública e segue um código previsto na Constituição.

Já os bombeiros civis, que são aqueles contratados por empresas públicas ou privadas na prestação de serviços de prevenção e combate a incêndios, necessitam seguir alguns padrões no uniforme de serviço que, por lei, estão previstos.

Para fins de proteção, conforto, praticidade e identificação, a lista de itens essenciais ao uniforme de um bombeiro civil você encontra logo abaixo!

Gandola

É a parte essencial de qualquer uniforme, já que faz parte do fardamento completo e, no caso dos bombeiros, é fundamental para a proteção do corpo em situações de risco.

A gandola precisa, por lei, possuir identificação do profissional.

Alguns optam também por acrescentar informações relevantes, como o tipo sanguíneo, que auxilia muito em caso de emergência.

As cores de gandola, bem como do uniforme completo, podem variar de acordo com o contratante.

Calça

É recomendado usar calças de materiais que sejam ao mesmo tempo confortáveis e resistentes, protegendo enquanto garantem agilidade na mobilidade.

Geralmente o tecido usado é o mesmo das gandolas, compondo a farda completa. O melhor tipo de tecido para é aquele que mescla nylon a outro tecido, como algodão, poliéster ou tactel.

Camiseta

Camisetas básicas, geralmente de algodão, compõem também o uniforme completo de um bombeiro civil.

De manga longa ou curta, elas proporcionam leveza nos movimentos, são uma camada extra de proteção e também são usadas em aulas teóricas e situações de descanso.

Cinto

Peça obrigatória do fardamento oficial de um bombeiro civil, o cinto tático garante acesso rápido e simplificado a objetos importantes nas situações de atendimento.

Ele conta com bolsos e acessórios indispensáveis para garantir agilidade, rapidez e segurança.

Sapato

Os principais calçados usados em conjunto com o uniforme de bombeiro são as botinas, coturnos e botas de cano longo.

Por seu conforto e proteção, cada um deles tem suas melhores funcionalidades em ambientações diferentes, desde atendimentos em área urbana quanto em atividades em florestas.

O mais importante a considerar sobre o calçado, no entanto, é o material – é fundamental que seja altamente resistente e, claro, confortável.

Materiais que possuem características antitérmica, que enfrentem bem o contato com água, suportem irregularidades de solo, lama e outras intempéries são os mais recomendados.

Boné

O boné é uma peça opcional em algumas situações, mas obrigatória a utilização em eventos e áreas urbanas como parte integrante do fardamento completo.

A proteção à cabeça e visualização mais clara das situações pela proteção que ele oferece aos olhos contra os raios de sol e contato visual direto com fogo fazem do boné um aliado importante ao profissional atuando como bombeiro civil.

perguntas frequentes sobre bombeiro civil

Perguntas mais frequentes sobre bombeiro civil

Muitas dúvidas e pensamentos frequentam o imaginário das pessoas a respeito da profissão do bombeiro civil.

O que você pensa quando esse profissional vem à sua mente?

A figura do bombeiro civil no imaginário popular pode ser a de um homem segurando um extintor de incêndio, combatendo chamas.

E é uma ideia correta, mas a profissão do bombeiro civil é muito mais ampla do que isso.

Esse profissional atua não apenas no combate, mas na prevenção de incêndios e no pronto atendimento a possíveis feridos em locais como shoppings, supermercados, grandes empresas e eventos.

Confira as respostas para as perguntas mais comuns sobre bombeiro civil e tire todas as suas dúvidas a respeito dessa profissão.

1- O que de fato faz um bombeiro civil?

O bombeiro civil atende eventos, empresas, shows e estabelecimentos de grande porte, ficando responsável por gerenciar os riscos de incêndio e outros tipos de emergência.

É o bombeiro civil que realiza a inspeção diária de equipamentos de combate a incêndio, além de checar a manutenção e supervisionar atividades que envolvam qualquer risco à edificação.

Cabe também ao bombeiro civil prestar auxílio no desenvolvimento dos planos de emergência, com o foco sempre direto na preservação à vida, respeitando o meio ambiente e zelando pelo patrimônio onde atua.

O bombeiro civil, além de atuar diretamente na prevenção e combate a emergências, presta também os primeiros socorros a possíveis vítimas de qualquer tipo de acidente, até a chegada do resgate.

2- O que um bombeiro civil pode fazer dentro do mercado de trabalho?

Saiba todas as formas como um bombeiro civil pode atuar.

Profissional terceirizado

Esse bombeiro civil atua em empresas que prestam serviços de segurança para outras empresas.

É um tipo de contrato muito comum no mercado.

Profissional empregado

O bombeiro civil empregado trabalha diretamente para a empresa que necessita do serviço de segurança.

Profissional autônomo

O bombeiro civil autônomo atua por conta própria, oferecendo os seus serviços em grandes eventos, casas noturnas, estádios em dias de jogos, ou mesmo festas empresariais. 

3- As empresas têm a obrigação de contratar os serviços de um bombeiro civil?

Não há nenhuma lei federal que obrigue a contratação de bombeiros civis por empresas.

No entanto, essa obrigação vai depender da lei Estadual ou Municipal de cada local.

Em São Paulo, por exemplo, existem estabelecimentos com obrigação prevista por lei da presença de uma brigada de incêndio e bombeiros civis.

Essa lei se aplica para shoppings centers, hipermercados, grandes universidades e demais edificações de maior ocupação.

4- Qual a diferença do bombeiro civil para o bombeiro militar?

O bombeiro militar é um profissional concursado que trabalha atendendo o Estado e tem uma área de atuação mais ampla do que o bombeiro civil.

O bombeiro militar passa por um treinamento mais rígido e extenso para poder atuar em situações mais difíceis, como grandes incêndios florestais e industriais, além de emergências médicas, salvamento em casos de afogamento, acidentes rodoviários ou ferroviários, intervenção em incidentes que se dão com inflamáveis, incidentes elétricos e mais.

Por esse motivo, se um bombeiro militar estiver presente em uma ocorrência, é ele quem irá coordenar as ações do bombeiro civil.

5- Por que optar pela carreira de bombeiro civil?

Além da estabilidade e da ampla área de atuação de um bombeiro civil, que pode trabalhar de forma terceirizada, empregada ou autônoma, sem dúvidas o mais gratificante nessa profissão é prestar um serviço de preservação à vida.

O bombeiro civil é um profissional que conhece a sua utilidade, e sabe que presta um serviço essencial  para a sociedade. Por esse motivo são profissionais com chances de se sentirem realizados também pessoalmente, muito além do profissional.

Tem interesse na área e já pensou em atuar como bombeiro civil? Conheça o curso e comece a construir a sua carreira na área.

Qual o perfil ideal de um Bombeiro Civil?

Qual o perfil ideal de um Bombeiro Civil?

Ser Bombeiro Civil requer muitas responsabilidades. Desafios diários, conter incêndios, prevenir acidentes, resgatar pessoas, ajudar os demais arriscando a própria vida são algumas atividades exercidas por esses grandes profissionais. O Bombeiro Civil sempre age de forma eficaz contra emergências em todo lugar que for solicitado.

É sabido que para atuar como bombeiro civil é necessário fazer curso e passar por treinamentos, e assim, conseguir agir de forma correta e segura diante de situações de emergência. Mas é importante informar que além de fazer o curso exigido, para ser um Bombeiro Civil é preciso ter características específicas e perfil adequado.

Por isso, hoje em nosso BLOG listamos algumas características importantes para quem deseja ingressar na profissão de Bombeiro Civil. Continue lendo e confira!

Empatia

A principal característica que uma pessoa que deseja ingressar nessa profissão precisa ter é vontade de ajudar os outros.

Afinal, ser Bombeiro civil é ter a essência de ajudar ao próximo.

Vivenciar diversas situações e se arriscar, sempre com o intuito de salvar pessoas, faz parte do dia a dia do bombeiro civil. Por isso, nessa profissão, ter consciência social, querer ajudar aos outros e se interessar pelos problemas da sociedade precisam ser sentimentos naturais.

Condicionamento físico

Para que o profissional tenha um desempenho de sucesso em suas missões, é importante que tenha um nível alto de condicionamento físico. Falamos isso, porque ações e atividades do Bombeiro Civil exigem preparo físico. Diversas vezes o Bombeiro Civil necessitará correr, mergulhar, carregar materiais pesados, escalar, ou seja, fará uso da força em variadas situações.

Além disso, é sempre importante que o profissional suporte a fadiga, reforçando ainda mais, a necessidade de um bom condicionamento físico.

Coragem

Pode até parecer óbvio, mas coragem é uma das principais características que um Bombeiro Civil precisa ter. Um treinamento adequado juntamente com a coragem, farão com que o profissional saiba como agir em
qualquer situação de perigo.

Controle emocional

Ter um equilíbrio psicológico é essencial. O Bombeiro Civil enfrenta situações diversas diariamente e precisa ter controle de suas emoções.

Dessa forma, conseguirá lidar de forma racional e realizar sua função de forma eficiente.

Em alguns casos, a vítima pode estar agitada e cabe ao profissional ter a frieza necessária para controlar a situação.

Responsabilidade e disciplina

Acima de tudo, o Bombeiro Civil precisa obedecer às leis, regulamentos, normas sociais e ordens dos seus superiores. Ter um bom comportamento vai assegurar seu bem-estar e de todos a sua volta. O profissional lida com situações de emergência e principalmente vidas, por isso, ter um senso de responsabilidade é essencial.

Trabalho em equipe

Saber trabalhar em equipe é uma característica essencial para quem deseja ingressar na carreira da Bombeiro Civil. Durante o serviço, o profissional precisa focar no trabalho coletivo e com isso, ter segurança e eficiência na prevenção de acidentes, atendimentos e resgates.

Saber dialogar no momento de tomada de decisão vai gerar qualidade nos serviços prestados.

legislação para saidas de emergencia

Todos estamos acostumados a ver placas apontando uma saída de emergência ou a ouvir sobre elas em algum momento, mas será que você sabe exatamente o que são saídas de emergência? Descubra melhor no artigo a seguir.

Geralmente ao frequentarmos um shopping center ou irmos ao cinema, vemos as indicações da saída de emergência e ouvimos falar sobre elas, mas erroneamente pensamos que se trata apenas de uma porta comum. Na verdade, é muito mais complexo do que isso. O que são saídas de emergência, então?

Segundo a definição de saída de emergência na NBR 9077 da ABNT, é um caminho contínuo e protegido para que os transeuntes da edificação percorram em caso de incêndio ou outra emergência, até que esses cheguem a via pública ou um espaço aberto protegido de chamas.

As saídas de emergência são normas para toda edificação, instalação ou local de risco, além de todo prédio que seja ocupado. É obrigatório que exista uma facilidade para evacuação segura, onde em caso de incêndio ou pânico, os ocupantes possam abandonar a edificação em perfeita segurança e integridade física.

Normas para saídas de emergência

E você sabe quais são as normas exigidas para se manter um estabelecimento, seja comercial ou habitacional, dentro das normas principais de segurança?

Uma saída de emergência tem que ser composta por elementos importantes, como por exemplo: portas corta fogo, rampas, escadas de emergência, acessos especiais e diferentes rotas de saída. A porta de uma saída de emergência não é como outra comum, pois tem de contar com medidas específicas de acordo com o local de sua instalação. A norma técnica que demanda as exigências para isso é a NBR 9077.

Para poder saber as medidas exatas das portas das saídas de emergência, é preciso calcular o número de pessoas que irão transitar no local, a ocupação no geral e a distância até que se chegue à saída de emergência.

O material utilizado para as portas das saídas de emergência pode ser alumínio, ferro, vidro ou madeira, e é preciso considerar que o tempo de reação durante uma emergência é um fator de suma importância para salvar vidas. Qualquer obstrução de portas de saída de emergência pode ter consequências fatais.

A legislação das saídas de emergência

A legislação das saídas de emergência tem o objetivo de estabelecer todos os requisitos necessários para o dimensionamento das saídas e escadas de emergência. Isso garante que a população de um edifício possa deixar o local de forma segura, protegendo a sua integridade física.

Isso é também essencial para o acesso do corpo de bombeiros para combater o fogo ou auxiliar na retirada das pessoas.

Devem manter a largura mínima de 1,20 m as portas que abrirem para dentro de rotas de saída em ocupações no geral. Portas em rotas de saída de locais com capacidade para mais de cinquenta pessoas devem abrir também no sentido de trânsito de saída.

Essas medidas são importantes para que as saídas de emergência tenham de fato a finalidade para as quais são projetadas: facilitar evacuações e salvar vidas.

quem forma a brigada de indendio

Sejam em edificações comerciais, corporativas ou residenciais, as saídas de emergência, no caso de sinistro ou incêndio, são extremamente importantes para que o projeto seja aprovado pelos órgãos competentes, mas principalmente para que seja possível garantir a segurança de pessoas. Por isso entender a forma de dimensionar saídas de emergência é essencial.

Alguns critérios precisam ser levados em consideração. No caso do Brasil, as legislações estaduais definem como devem ser as saídas de emergência de cada projeto. Na maioria dos estados, o Corpo de Bombeiros tem a responsabilidade de fazer e revisar essa legislação.

Continue lendo esse post e veja os principais critérios na hora de dimensionar corretamente as saídas de emergência em cada projeto!

Tipos de saídas de emergência

O passo inicial para o dimensionamento adequado é identificar a configuração mínima exigida para a saída de emergência. No caso de edifício horizontal, temos as saídas diretas para fora da edificação, ou saídas com corredores enclausurados que normalmente são utilizadas quando o caminhamento é muito longo. No caso de edifício vertical, a quantidade e tipos de saídas de emergência são definidas por 3 itens, tais como: área do pavimento, altura ascendente ou descendente e o uso da edificação. São exigidas escadas protegidas, comuns, enclausuradas a prova de fumaça, enclausuradas ou até pressurizadas.

Caminhamento máximo

Um outro ponto é definir o caminhamento máximo que deve ser percorrido até as saídas de emergência. Chamamos de caminhamento a distância máxima que uma pessoa vai de um ambiente do edifício a outro que seja seguro.

O caminhamento vai depender do uso da edificação, e dependendo do Estado, o comportamento vertical ou horizontal da edificação vai definir a necessidade de uso de sprinklers ou detectores de fumaça.

Número de saídas de emergência

Geralmente apenas uma ou duas saídas de emergência são exigidas pela legislação. A necessidade da segunda saída acontece quando existe reunião de público, em casos de hotéis ou hospitais ou em pavimentos acima de 750m².

Dois outros fatores interferem no número de saídas, tais como:

  • Caminhamento – pode ser que seja necessária a segunda para que possa atender o caminhamento mínimo;
  • Quantidade de público.

População da edificação

A área de um ambiente e seu uso determinam a quantidade máxima de pessoas permitidas. No caso de uso residencial, o número de dormitórios é o que define a quantidade máxima de usuários.

Dimensões

Rampas, escadas, áreas de descarga e patamares precisam ser dimensionadas conforme o pavimento de maior área. Dessa forma, serão determinadas as larguras mínimas em comparação a outros ambientes, sempre considerando o sentido da saída da população.

A fórmula para determinar a largura mínima das saídas é N=P/C, onde N representa o número de unidade de passagem; P a população estimada e C a capacidade de passagem da unidade. Dessa forma, podemos multiplicar o resultado pelo fator 0,55 e definir a largura mínima.

Existem algumas exceções, como no caso de instituições de saúde, que as medidas mínimas vão depender de outros fatores. Sempre importante consultar a norma para se certificar.

Estruturas resistentes

A altura e a classificação da edificação vão definir os tipos de escadas. E é importante se atentar que quanto maior o risco, maior o tempo de resistência ao fogo. Por isso, é fundamental que a estrutura das escadas e os elementos das saídas de emergência sejam de materiais e espessuras adequados.

No caso da porta corta-fogo, ela deve ser instalada obedecendo os critérios de isolamento térmico, estanqueidade e estabilidade determinados em normas e testados. Importante reforçar que o raio de abertura da porta não pode interferir no vão destinado a circulação das pessoas.

Uma dica importante é que você deve sempre conferir a norma do seu Estado e seguir suas instruções, pois elas que darão parâmetros para o projeto.

novas notas tecnicas cbmerj

De acordo com a publicação à Portaria CBMERJ nº 1071, foram aprovadas as Novas Notas Técnicas do Corpo de Bombeiros no Estado do Rio de Janeiro.

As notas técnicas foram projetadas e revisadas pelas comissões normativas do CBMERJ.

São normas que constituem requisitos para o cumprimento do COSCIP. Isso regula as medidas de segurança para emergências como incêndio e situações de pânico, além de outros processos administrativos que visam fiscalizar áreas de risco e edificações no geral.

O que é o Coscip?

O Coscip, sigla para Código de Combate a Incêndio e Pânico, é uma norma Estadual. Isso significa que os critérios se modificam de acordo com cada estado, além das formas de análise e aprovação de projeto ou instalação.

No Rio de Janeiro, a Norma foi datada em setembro de 1976 e desde então não houveram alterações, apenas pequenos ajustes com aditamentos que atendessem casos específicos conforme necessidade.

Quando entram em vigor as notas técnicas?

Aprovadas pela presente Portaria, as Notas Técnicas irão entrar em vigor na data das suas publicações, revogando então todas as disposições em contrário.

Quais são as Notas Técnicas do Corpo de Bombeiros do RJ?

GRUPO 1 – GENERALIDADES

NT 1-01  Procedimentos administrativos para regularização e fiscalização

NT 1-02  Terminologia de segurança contra incêndio e pânico

NT 1-03  Símbolos gráficos para projetos de segurança contra incêndio e pânico

NT 1-04  Classificação das edificações e áreas de risco quanto ao risco de incêndio

NT 1-05  Edificações anteriores – Adequação ao COSCIP

NT 1-06  Processo Administrativo em tramitação por adequação normativa

GRUPO 2 – MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO

NT 2-01  Sistema de proteção por extintores de incêndio

NT 2-02  Sistemas de hidrantes e de mangotinhos para combate a incêndio

NT 2-03  Sistemas de chuveiros automáticos / sprinklers

NT 2-04  Conjunto de pressurização para sistemas de combate a incêndio

NT 2-05  Sinalização de segurança contra incêndio e pânico

NT 2-06  Iluminação de emergência

NT 2-07  Sistema de detecção e alarme de incêndio

NT 2-08  Saídas de emergência em edificações

NT 2-09  Pressurização de escada de emergência, elevador de emergência, antecâmaras e áreas de refúgio

NT 2-10  Plano de emergência contra incêndio e pânico (PECIP)

NT 2-11  Brigadas de incêndio

NT 2-12  Sistema de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA)

NT 2-13  Sistemas fixos de gases para combate a incêndio

NT 2-14  Controle de fumaça

NT 2-15  Hidrante urbano

NT 2-16  Acesso de viaturas em edificações

NT 2-17  Separação entre edificações

NT 2-18  Compartimentação horizontal e vertical

NT 2-19  Segurança estrutural contra incêndio – Resistência ao fogo dos elementos de construção

NT 2-20  Controle de materiais de acabamento e de revestimento

GRUPO 3 – RISCOS ESPECÍFICOS

NT 3-01  Cozinha profissional

NT 3-02  Gás (GLP/GN) – Uso predial

NT 3-03  Motogeradores de energia em edificações e áreas de risco

NT 3-04  Subestações elétricas

NT 3-05  Caldeiras e vasos de pressão

NT 3-06  Armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis

NT 3-07  Heliponto e heliporto

GRUPO 4 – EDIFICAÇÕES E ESTRUTURAS ESPECIAIS

NT 4-01  Quiosques e áreas para exposição ou venda de produtos e serviços

NT 4-02  Edificações destinadas à restrição de liberdade

NT 4-03  Edificações tombadas

NT 4-04  Munições, explosivos e artefatos pirotécnicos – Fabricação, armazenagem e comércio

NT 4-05  Gás (GLP/GN) – Manipulação, armazenamento e comercialização

NT 4-06  Postos de serviços e abastecimento de veículos

NT 4-07  Edificações e estruturas para garagens

NT 4-08  Pátios para armazenagens diversas

NT 4-09  Túneis

NT 4-10  Canteiro de obras

GRUPO 5 – REUNIÃO DE PÚBLICO E EVENTOS

NT 5-01  Centros esportivos, de eventos e de exibição

NT 5-02  Eventos pirotécnicos

NT 5-03  Carros alegóricos, trios elétricos e carros de som

NT 5-04  Eventos temporários de reunião de público

NT 5-05  Atendimento médico para eventos de reunião de público

legislação contra incendio coscip

Você já conhece as novas normas da Legislação contra Incêndio e Pânico do RJ? 

O decreto foi atualizado em 2018 e está em vigor com novos ajustes para evitar ao máximo o risco de incêndios e acidentes. Saiba mais logo abaixo!

O que é o novo Código de Segurança contra Incêndio e Pânico (o Coscip)?

É o decreto 48/2018, parte integrante da área de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, publicado no Diário Oficial. 

O principal objetivo da atualização dessa legislação é incluir e adaptar novas demandas de mercado, como a inclusão de novas tecnologias e evolução das já existentes. 

Também visa reforçar a prevenção e conscientizar a população acerca dos riscos iminentes de acidentes.

O que muda nessa atualização?

Com base em um estudo aprofundado feito em 2017 por especialistas da área, a nova proposta do Coscip é organizar as normas já existentes para que sejam de mais fácil acesso e adicionar novas técnicas, além de acrescentar algumas regras específicas que dêem mais consistência e proporcionem mais segurança. 

O novo Coscip foi inspirado em práticas já consolidadas na cidade de São Paulo.

As mudanças correspondem tanto ao combate quanto à prevenção de incêndio. 

Quanto ao sistema preventivo, por exemplo, mudam as regras para prédios residenciais, simplificando o manuseamento de mangueiras e esguichos espalhados pelas dependências comuns dos condôminos.

Uma das principais mudanças no combate diz respeito ao acesso de civis às mangueiras em caso de incêndio. 

As mangueiras hoje são encaixadas e requerem alguma habilidade para serem acionadas. 

Na nova proposta, essas mangueiras são substituídas por mangotes e, com essa medida, qualquer pessoa não enfrenta dificuldades para acionar o registro e combater o fogo em caso de emergência até que o Corpo de Bombeiros chegue até o local.

Quem propôs e com base em que foram atualizadas as normas do Coscip?

O general Braga Netto foi o interventor da nova legislação, coordenada pelo comandante-geral do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, o coronel Roberto Robadey Jr. 

Ele em conjunto com um grupo de mais de cem militares treinados e especialistas em combate à chamas e situações de pânico fizeram um levantamento de casos e análise de normas técnicas até chegarem ao projeto aprovado que entrou em vigor em 2018. 

O estudo foi apresentado à sociedade civil, permanecendo aberto à críticas e sugestões por parte da população e entidades relacionadas e interessadas no tema até que finalmente fosse publicada em Diário Oficial.

O modelo estático em vigor antes da atualização dificultava o acompanhamento das novas tecnologias em dispositivos de segurança, segurança em materiais de construção e técnicas mais modernas de combate e prevenção.

Com as novas 46 técnicas adicionadas ao Coscip e seu modelo mais modernizado, claro e inteligível mesmo para leigos, é possível conscientizar e diminuir os riscos de acidentes que possam causar incêndios ou situações de pânico e otimizar a segurança para diversos espaços de trabalho, tanto para pequenas quanto para grandes empresas, e residências em construção e condomínios.

como é prganizada a brigada de incendio

A brigada de incêndio é o grupo formado por pessoas que foram treinadas e capacitadas na empresa ou estabelecimento onde atuam a fim de realizar a prevenção ou atendimento em situações de emergência. 

Esse grupo é organizado para atuar geralmente na prevenção e no combate a incêndios, além da prestação de primeiros socorros e organização para a evacuação de ambientes.

Mas você sabe como é organizada a brigada de incêndio?

A brigada de incêndio deve ser organizada de forma funcional para que a sua atuação seja precisa e bem sucedida. 

Existe uma hierarquia entre os integrantes, onde cada um deles ocupa uma função de extrema importância. 

Confira.

Brigadistas

Os brigadistas são os membros da brigada de incêndio que executam as atividades necessárias.

Líder

Na forma como é organizada a brigada de incêndio, o líder fica responsável por coordenar e também executar ações de emergência de um pavimento ou setor. 

Os próprios brigadistas escolhem o seu líder para desempenhar essa função.

Chefe

O chefe do turno ou da edificação é o brigadista que fica atribuído em coordenar e executar as ações de emergência da edificação da planta. 

Também é escolhido pelos demais brigadistas.

Coordenador geral

Na organização da brigada de incêndio, o coordenador geral está responsável em coordenar e executar todas as ações de emergência em todas as edificações que compõem a planta. 

Os brigadistas escolhem entre si, levando em consideração que precisa ser uma pessoa com espírito de liderança e com relação próxima à direção da empresa, ou mesmo alguém que faça parte dela. 

É preciso que haja também um substituto capacitado para o coordenador geral, evitando assim o acúmulo de tarefas.

A brigada de incêndio é organizada também em um organograma, que varia de acordo com o número de pavimentos, edificações e funcionários.

​Qual a importância a brigada de incêndio?

Independente do tamanho ou do número do quadro de funcionários, todas as empresas estão sujeitas a passar por emergências, como incêndios. 

É claro que em alguns setores esse risco é maior, aumentando consideravelmente a necessidade e a importância da brigada de incêndio, mas a verdade é que essa é uma escolha prudente para qualquer empresa.

Por menor que seja o risco de um incêndio, as ações preventivas são sempre muito importantes, e a brigada de incêndio é fundamental nisso. 

O grupo trabalha diretamente na prevenção de acidentes desse porte, além de também atuar no combate.

Quem pode fazer parte da brigada de incêndio?

Para compor a equipe dos brigadistas, o profissional escolhido deve ser alguém que passa boa parte do seu expediente no interior das instalações da empresa, além de possuir um bom preparo físico e conhecer bem o local. 

Também é importante eleger uma pessoa com muito senso de responsabilidade.

Os brigadistas precisam ser maiores de dezoito anos, independente de qual seja a sua posição hierárquica na brigada de incêndio.

obrigatoriedade da brigada de incendio

Você já se perguntou qual é a obrigatoriedade da brigada de incêndio em um estabelecimento? Saiba mais a seguir. 

Muitas pessoas não tem certeza sobre a obrigatoriedade da brigada de incêndio na sua empresa, nem como proceder. 

Antes de descobrir se esse é um mecanismo obrigatório para você, é preciso refletir se ele é fundamental independente da obrigatoriedade ou não. 

O que é uma brigada de incêndio?

A brigada de incêndio nada mais é do que um grupo de pessoas treinadas, sejam voluntárias ou não, organizado e capacitado para atuar na prevenção ou combate a princípios de incêndio, além de prestação de primeiros socorros dentro  de um estabelecimento. 

Parece imprescindível para a segurança do seu local e dos seus funcionários, certo? 

Mas afinal, qual é a obrigatoriedade da brigada de incêndio?

É obrigatório possuir uma brigada de incêndio?

A resposta dessa pergunta é variável, porque a obrigatoriedade da brigada de incêndio muda de acordo com a região do país.

No entanto, na maioria dos estados brasileiros a regra é: empresas que possuem mais de 20 funcionários em sua grade precisam contar com uma brigada de incêndio.

Para ter certeza da sua situação e da obrigatoriedade da brigada de incêndio no seu estabelecimento, consulte as Normas Técnicas ou as Instruções técnicas dos Bombeiros.

Apesar de não ser uma regra existente para todas as empresas, já que nem todas elas conta com a quantidade de funcionários necessária para formar um time de brigada de incêndio, não quer dizer que não seja necessário.

Por ser uma medida de cautela e segurança, contar com uma brigada de incêndio no seu estabelecimento cuida do bem estar de todos os seus colaboradores e também das pessoas que transitam diariamente pelo local. 

Em uma empresa menor, o ideal é que ao menos uma pessoa se capacite e seja instruída com treinamentos de prevenção e combate a incêndio

Sempre existem possibilidades de vulnerabilidade, mesmo em pequenas empresas, já que todas fazem uso de eletricidade, geralmente também de gás encanado, ar condicionado e etc. 

É preciso se dar conta da vulnerabilidade do seu ambiente, ainda que pequeno.

Por mais que não haja a obrigatoriedade da brigada de incêndio no seu caso, é imprudente contar com a sorte, especialmente quando o que está em jogo são as vidas dos seus colaboradores e o seu patrimônio. 

É sempre melhor investir na prevenção do que ter que remediar prejuízos incalculáveis. 

Em boa parte dos casos, o grupo de brigadistas é estritamente voluntário, já que é também uma preocupação dos próprios funcionários cuidar da segurança do local onde passam boa parte do seu dia. 

É importante que haja estímulo da parte do empregador para a formação da brigada de incêndio. Isso trará maior garantia de segurança para todos os presentes no local.

nbr 9077

A Norma da ABNT, a NBR 9077, regulamenta todas as saídas de emergência em edifícios.

É de extrema importância a aplicação das normas de forma consistente, evitando ao máximo o risco de acidentes e garantindo evacuações rápidas e seguras em caso de emergências.

Os sistemas prediais de segurança tem evoluído cada vez mais, mas muitas vezes o desconhecimento das normas padrões dificulta o trabalho do Corpo de Bombeiros e causa situações facilmente evitáveis.

Procurando trazer mais segurança, algumas normas padrão foram estabelecidas para construções verticais. Veja abaixo!

Escada Convencional

O que é popularmente sabido é que, em caso de incêndio ou qualquer tipo de emergência, as escadas são o meio mais seguro de fuga e evacuação rápida.

Elevadores jamais devem ser usados. As escadas convencionais dos prédios devem atender à requisitos mínimos, tais como:

  • Degraus com altura máxima de 17cm e profundidade mínima de 28cm, para assegurar que não haja risco de queda;
  • Lances sempre retilíneos e piso antiderrapante;
  • Corrimãos são obrigatórios;
  • As portas abertas não podem diminuir a largura mínima da escada – que é de 1,6m para hospitais e 1,2m nas demais edificações;
  • Em edifícios residenciais, uma distância máxima a ser percorrida de 15m e em edificações comerciais no máximo 25m;
  • Altura entre patamares de, no máximo, 2,7m.

Escada protegida

Para edificações entre 15 e 60m de altura, a escada protegida é a opção que conta com resistência de até quatro horas de fogo em suas paredes laterais, mas que não possuem duto de ventilação.

De acordo com a NBR 9077, além das normas válidas para escadas convencionais, as escadas protegidas ainda contam com suas regras específicas:

  • Além, claro, das paredes revestidas com material capaz de aguentar 4h de fogo (as portas devem capazes de aguentar, no mínimo, 90 minutos), as escadas protegidas não podem ser utilizadas para armazenamento de materiais ou equipamentos;
  • É necessária iluminação de emergência por toda a extensão da escada, com autonomia em caso de interrupção da energia elétrica;
  • As portas devem abrir para fora, facilitando a evacuação;
  • É proibido contar com qualquer abertura para tubulação de gás, lixo, telefone ou qualquer instalação ou serviço;
  • As portas não precisam contar com material corta-fogo e podem ficar trancadas, se a chave estiver em local próximo e acessível, com “EM CASO DE EMERGÊNCIA, QUEBRE O VIDRO” assinalado;
  • Se a área por pavimento for superior a 500m², é necessária mais de uma escada para rota de fuga;
  • As sinalizações de acesso e identificação de andares devem atender à outra norma, a NBR 13434 e às instruções técnicas do Corpo de Bombeiros.

Escada enclausurada

A NBR 9077 determina que para edificações superiores a 60m de altura, as escadas deverão ser enclausuradas, ou seja, protegidas contra fumaça, resistentes às chamas por, no mínimo, 4 horas e possuir antecâmaras de entrada e saída de ar com integração ao sistema externo de ventilação. Suas especificações individuais são:

  • Todos os pavimentos úteis da edificação devem possuir acesso pelas escadas;
  • As antecâmaras são obrigatórias, possibilitando a dissipação da fumaça;
  • As portas de acesso devem possuir material corta-fogo, que garanta resistência à chamas de, no mínimo, sessenta minutos.

Adendos

Fora as regulamentações de escadas, a NBR 9077 ainda conta com normatizações de sinalização, medidas mínimas de largura e comprimento de portas de acesso, número necessário de rotas de evacuação, lista de materiais obrigatórios como luzes de emergência independentes e muitos outros.

Antes de começar a construir ou adquirir um imóvel em edificações, é fundamental se certificar do uso correto da NBR 9077 para uma habitação segura e tranquila.

quem forma a brigada de indendio

Você conhece as normas exigidas para estabelecimentos comerciais ou edifícios com relação a saídas de emergência?

Mas antes falaremos um pouco sobre as saídas de emergência.

Saídas de emergência – O que são?

No Brasil ainda existe muita confusão sobre o que seria uma saída de emergência e também comparação com apenas uma porta especial, mas é muito mais que isso.

A NBR 9077 da ABNT define que saída de emergência é um caminho contínuo, corretamente protegido, que deve ser percorrido pelo usuário da edificação (no caso de sinistro ou incêndio) até que se atinja via pública ou algum espaço aberto que esteja protegido do incidente.

Saídas de emergências são exigidas à toda edificação, local de risco ou instalações, ou seja, todo prédio que é utilizado por pessoas tem com obrigação possuir uma forma mais fácil de evacuação de pessoas em segurança.

A saída de emergência é a estrutura que vai possibilitar a evacuação imediata de usuários em situação de emergência e também permitir o acesso das brigadas de emergência e/ou corpo de bombeiros.

Rota de fuga também é um termo muito utilizado por profissionais de segurança, por serem caminhos possíveis para uma saída planejada e segura de um prédio. Precisa ser iluminada, sinalizada e sem impedimentos que possam atrapalhar a evacuação.

De acordo com a Norma NBR 9077 da ABNT, as demais edificações dever possuir saídas de emergência: serviço de hospedagem, residencial, varejista, comercial, serviços profissionais, serviços pessoais, serviços técnicos, locais de reunião, prédios educativos, serviços de saúde, serviços automotivos, depósitos, comércio de alto risco e indústrias.

Tipos de saídas de emergência

Podem ser escadas, passagens externas, portas, balcões, rampas e corredores, ou uma combinação de alguns desses itens.

No caso de edificações verticais, as saídas são compostas por escadas que podem ser enclausuradas, não enclausuradas, enclausurada à prova de fumaça, protegida e enclausurada pressurizada também à prova de fumaça. Independente do tipo utilizado, precisam ser de material não combustível e também resistente ao fogo.

Quantidade de saídas de emergência

Essa quantidade varia de acordo com a edificação, sua capacidade de ocupação e outros fatores e o mais importante, é que seja respeitada a legislação vigente do local.

Barra Antipânico

A NBR 907 e legislação estaduais regulam os locais que devem ser usadas as barras antipânico em portas de emergência. Pode ser definida como uma “fechadura” e que é instalada normalmente, na parte interna das portas. Funcionam por acionamento por pressão através de uma barra horizontal que pode ser de diferentes materiais. Com a barra antipânico, a saída das pessoas de locais fica facilitada, trazendo com isso mais segurança.

Normas

O objetivo da legislação é estabelecer os requisitos necessários para o dimensionamento das emergências, e assim, facilitar que a população abandone a edificação, no caso de pânico ou incêndio, protegendo sua integridade física e permitindo a entrada dos bombeiros ao local para o combate ao fogo.

Normas de saídas de emergência são importantes para todo projeto de combate a incêndios e, podemos falar tudo tem como missão salvar vidas e patrimônios. E para que tudo ocorra como planejado, o dimensionamento de emergência é o elemento número 1 dessa missão. Sempre importante entender que estamos falando de garantir a segurança e a vida de pessoas.

responsabilidade dos brigadistas

Você sabe como identificar os brigadistas em um local, em caso de emergência? Mais do que isso, você sabe o que é e como funciona uma brigada de incêndio?

Saiba mais sobre a importância desse grupo para a sua empresa ou para a sua proteção como transeunte de um local, e saiba a melhor forma de como identificar os brigadistas em caso de necessidade. 

O que é a brigada de incêndio?

A brigada de incêndio é um grupo composto por pessoas voluntárias para atuar na prevenção e combate de incêndios ou outras emergências, além de prestar auxílio em primeiros socorros, ficarem responsáveis por organizar e coordenar a evacuação de edificações e sinalizar as saídas de emergência.

Para as pessoas que se voluntariam como brigadistas, é preciso passar por um treinamento que as capacite a agir em situações de emergência.

A importância da brigada de incêndio para a sua empresa

Muitas pessoas se questionam se é obrigatório ter uma brigada de incêndio em sua empresa, mas o questionamento mais importante deveria ser a respeito da importância de contar com essa proteção.

A brigada de incêndio tem como utilidade a preservação da vida e dos bens materiais que estão dentro de uma instituição. 

É esse grupo que age em situações de imprevisto, como por exemplo em um princípio de incêndio e na prestação de primeiros socorros quando existem situações que exijam um atendimento rápido, como desmaios ou pequenos acidentes.

É claro que os riscos variam entre os segmentos de empresas. Por exemplo, um posto de gasolina apresenta riscos maiores do que uma loja pequena de calçados. 

Ainda assim, todo e qualquer local está sujeito a riscos, eles existem, e considerar isso investindo na minimização de danos é sem dúvidas a escolha mais prudente a se fazer.

Como identificar os brigadistas?

Depois de considerar a importância da brigada de incêndio, você sabe como identificar os brigadistas em uma situação de emergência?

Os membros da brigada de incêndio devem ficar distribuídos em locais visíveis e de fácil circulação. 

Também é necessário que a empresa conte com quadros de aviso e sinalizações a respeito da existência da brigada de incêndio, além de identificar os seus integrantes e suas devidas localizações.

O membro da brigada de incêndio deve utilizar um crachá ou botton sempre visível que o identifique como brigadista. 

Em caso de situações de emergência, o uso de coletes ou capacetes facilita essa identificação e consequentemente a atuação do brigadista.

É muito importante que os brigadistas se comuniquem entre si de forma correta e prática. Para essa comunicação ocorrer mais facilmente, a identificação dos brigadistas se faz ainda mais importante. 

É imprescindível destacá-los o máximo possível durante situações de emergência.

Quem pode compor a brigada de incêndio?

Sabendo como identificar os brigadistas, talvez você se pergunte quem pode ser membro da brigada de incêndio. 

Para integrar a equipe como brigadista, o voluntário precisa de controle emocional, senso de responsabilidade e capacidade de agir friamente sob pressão. 

Também é importante selecionar pessoas que conheçam bem a empresa e o seu funcionamento.

quem forma a brigada de indendio

A brigada de incêndio possui funções que vão muito além das mais conhecidas pela população, como a evacuação de edificações em caso de incêndio. Mas você sabe quem forma a brigada de incêndio? Saiba mais a respeito desses profissionais.

Não importa qual seja o segmento da sua empresa, toda edificação está sujeita a situações de emergência.

No caso de incêndio, existem setores onde esse risco é maior, como locais que portam combustíveis ou inflamáveis.

Um posto de gasolina, por exemplo, tem maior risco de incêndio do que uma loja de calçados de pequeno porte.

Ainda assim, por menores que sejam os riscos de um incêndio, os cuidados preventivos são essenciais para a proteção à vida de quem transita naquele espaço e também importantes para evitar prejuízos materiais e outros aborrecimentos.

E é nisso que atua a brigada de incêndio.

Você sabe o que é a brigada de incêndio?

Muitas vezes ouvimos falar sobre, mas não sabemos o que é e nem quem forma a brigada de incêndio.

Trata-se de um grupo de funcionários credenciados e preparados para atuar em situações de prevenção e combate a incêndio, promovidas pela própria instituição de trabalho.

É a brigada de incêndio que fica responsável pela organização de evacuações em massa de edificações durante qualquer emergência, geralmente em casos de incêndio.

Também é a brigada de incêndio que previne esse tipo de acidente, realizando por exemplo a checagem periódica de extintores, saídas de emergência e etc.

A brigada de incêndio tem a função de treinar a equipe da empresa para uma situação de evacuação padrão em qualquer sinal de chamas não controladas.

Quem forma a brigada de incêndio?

Essa é uma das dúvidas mais frequentes de quem começa a se interessar por esse tema. Cada estado do país possui uma legislação individual para a brigada de incêndio.

No geral, o grupo que forma a brigada de incêndio deve ser composto por colaboradores que sejam fixos na empresa e voluntariamente se candidatam à função de brigadista.

Esse funcionário deve ter a maior parte da sua rotina de funções localizada dentro das instalações, para que possa exercer a sua responsabilidade em uma situação de emergência.

O número de brigadistas vai depender da legislação do estado, e por isso a empresa deve estar informada a respeito, caso precise de uma brigada de incêndio.

Existe uma hierarquia para os integrantes que formam a brigada de incêndio. Ela acontece em nível crescente de autoridade, começando pelos brigadistas, que são capacitados para a prevenção e combate a incêndios, além da prestação de primeiros socorros.

Depois dos brigadistas, existe a posição do líder, que é responsável por coordenar os funcionários brigadistas de um setor. Em sequência está o chefe, que é responsável por coordenar brigadistas de toda uma edificação.

No topo dessa hierarquia está o coordenador geral, que supervisiona e orquestra o trabalho de todos os brigadistas utilizando uma planta de vários edifícios.

Todos os brigadistas, em qualquer posição hierárquica, devem receber um treinamento mínimo de doze horas, sendo pelo menos quatro destinadas a atividades práticas.

Quais são as funções principais da brigada de incêndio?

A brigada de incêndio de uma empresa deve, primordialmente, executar o treinamento periódico esporádico de toda a equipe profissional para evacuações em situação de emergência.

Cabe também à brigada de incêndio, junto a CIPA, fiscalizar internamente as instalações e os equipamentos de segurança e prevenção.

Essa fiscalização se estende a qualquer situação potencializadora de elevação de risco de incêndio, como por exemplo uma instalação elétrica irregular.

A brigada de incêndio deve também estar preparada para atuar durante a evacuação em caso de emergência e na prestação de primeiros socorros a vítimas de acidente de qualquer natureza.

O que é, quando necessária e como montar uma brigada de incêndio?

Proteger a vida de colaboradores de uma empresa é fundamental para que o andamento do processo da empresa seja adequado e consequentemente um sucesso. Como acontece com o PPP e a CIPA, a brigada de incêndio possui legislação. Porém no caso da brigada de incêndio, as leis são estaduais e, por isso, cada governo segue uma lei com base nas normas locais ou estabelecidas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), ou ainda pela CLT (Consolidação das Leis de Trabalho).

Implantar uma brigada de incêndio nas empresas ou em condomínios é um ato de respeito à vida de todos os colaboradores e usuários. Reforçando sempre que a Norma Regulamentadora de número 23 precisa ser seguida. A NR-23 estabelece determinadas exigências para sua instalação.

Continue lendo esse artigo e descubra que ter cuidado com a segurança do trabalho traz muitos benefícios para o empregador e para o empregado. Explicaremos também o que a lei estabelece, como se forma uma brigada de incêndio e quem está apto a integrá-la.

Brigada de incêndio – O que é?

Brigada de incêndio basicamente é um grupo de pessoas especialmente capacitadas para atuar numa área estabelecida previamente, na prevenção, no combate a princípios de incêndio e abandono. Além disso também estão capacitados para prestar primeiros socorros.

A NR-23 (Norma Regulamentadora) estabelece que a brigada de incêndio deve ser composta por pessoas voluntárias, que passam parte do tempo em um mesmo local, e que são treinadas para auxiliar os demais colaboradores no caso de situações de emergência, inclusive, em casos de incêndio.

Para que estejam preparadas para tal função na empresa, esse grupo de pessoas recebe formação específica, teórica e técnica sobre primeiros socorros. Além disso também ficarão responsáveis por identificar possíveis riscos, elaborar, gerar relatórios com pareceres, além e fiscalizar a conservação dos equipamentos de segurança da empresa.

Esse treinamento é requisito primordial para que possam ser emitidos autos de vistoria, com periodicidade anual, do Corpo de Bombeiros.

Como no caso da CIPA, a brigada de incêndio tem como objetivo principal garantir o bem-estar e saúde dos colaboradores, enquanto esses estiverem nas dependências da empresa.

A criação da brigada de incêndio é muito importante em grandes empresas. Em casos de unidades de saúde, essa responsabilidade é ainda maior, pois em situações de risco existe a necessidade de pessoas acamadas e debilitadas serem retiradas do ambiente, dificultando ainda mais a evacuação. Nesses casos o treinamento precisa ser mais reforçado e direcionado.

Toda medida de proteção contra incêndios nas empresas é de extrema importância e precisa ser implementada para que, em situações de risco, os resultados sejam amenizados pelas ações aprendidas em treinamentos.

Treinamento dos brigadistas de incêndio

Os brigadistas devem ter boa saúde, boa condição física e conhecer bem todas as instalações. Além disso precisam ser capazes de identificar as possíveis situações de emergência, acionar alarme e o corpo de bombeiros, cortar energia, se necessário, prestar os primeiros socorros, guiar a saída para os outros colaboradores para abandono da área, controlar o pânico e combater possíveis princípios de incêndio.

Para ser membro da brigada de incêndio, o voluntário participa de variados exercícios simulados com o objetivo de compreender da melhor forma como seria uma situação de emergência real. Essas atividades são coordenadas pelo Corpo de Bombeiros Municipal.

Mas para que possam se candidatar à vaga, os candidatos necessitam se enquadrar em alguns requisitos exigidos como: permanecer na empresa durante o turbo de trabalho; ter boa saúde e boa condição física; ter conhecimento das instalações; ser alfabetizado e sempre dando preferência a funcionários das áreas de elétrica, utilidades, manutenção geral e hidráulica.

Ao final do curso, os candidatos aptos recebem atestado de brigadista de incêndio. Anualmente é necessário passar por uma reciclagem. No caso de alteração de 50% dos membros, o atestado deve ser renovado.

Composição da equipe de brigadistas

A equipe de brigadista de incêndio é organizada por brigadistas, coordenador geral, chefe e líderes.

  • Brigadistas: membros da brigada capacitados para realizar prevenção e combate a incêndios, além de prestar os primeiros socorros, elaborar relatórios, avaliar riscos, acionar os bombeiros, orientar pessoas, e ações que visem guardar a vida de todos os colaboradores;
  • Líder: responsável pela execução e coordenação das ações de emergência de um setor ou pavimento. Ele precisa ser escolhido por um processo seletivo entre os demais brigadistas;
  • Chefe: também conhecido como chefe de edificação ou chefe de turno, é o brigadista responsável pela execução e coordenação das ações de emergência de determinada edificação da planta. Da mesma forma que o líder, deve ser escolhido por processo seletivo entre os demais brigadistas;
  • Coordenador geral: é responsável por coordenar ações de emergência das edificações da planta. O coordenador geral precisa ser uma pessoa com capacidade de liderança, que faça parte da direção da empresa ou pelo menos, tenha o seu apoio. No caso de não ter um coordenador geral, será necessário um plano de emergência, para se ter um substituto igualmente capacitado.

Os membros da brigada de incêndio, diferentemente da CIPA, não têm estabilidade no emprego por ocuparem esta função.

Funções da brigada de incêndio

As funções atribuídas aos brigadistas de incêndio são muitas, mas podemos destacar algumas no que diz respeito a prevenção e emergência.

Prevenção: analisar e identificar os riscos na empresa; comunicar ao setor competente as irregularidades encontradas com relação a prevenção e proteção contra incêndios; dar orientações ao público interno e externo; participar de ações simuladas; ter conhecimento do plano de emergência da edificação.

Emergência: identificar a situação; no caso de abandono da área, acionar o alarme; acionar Corpo de Bombeiros; cortar a energia elétrica; prestar os primeiros socorros; combate ao princípio de incêndio; recepcionar o Corpo de Bombeiros.

Quando é obrigatório ter brigada de incêndio?

Essa resposta pode variar de acordo com o estado do país. Na grande maioria deles, a regra é que empresas que possuam de 20 funcionários ou mais, sejam obrigadas a constituírem uma brigada de incêndio. Por isso, o mais indicado é que se consulte as NTs (Normas Técnicas) ou as Its (Instruções Técnicas) dos Bombeiros para que assim possa ter ciência das regras em vigor.

Quais as exigências da NR-23?

A Norma Regulamentadora (NR-23) exige que todo local de trabalho deve ter: proteção contra incêndios; um número suficiente de saídas para a retirada dos colaboradores em serviço, no caso de incêndio; equipamentos adequados e suficientes para o combate a um princípio de fogo e pessoas capacitadas no uso correto dos equipamentos.

A NR-23 também dispões de medidas adequadas para prevenção a incêndios, como revestimentos especiais para paredes e portas, existência de paredes corta-fogo, sinalização, corredores de saídas e acessos amplos, saídas de emergência, escadas, extintores, condições de passagem, ascensores, porta corta-fogo, classe de fogo, sistema de alarmes, entre outros. Em destaque:

  • Porta corta-fogo: proteger a saída de emergência é seu principal objetivo. Ela precisa ter uma barra “anti-pânico” como forma de abertura, desta forma, somente com a pressão das mãos na barra será possível destravar e abrir a porta.
  • Saída de emergência: obrigatórias. Com relação a quantidade e posição delas precisam ser definidas através de uma avaliação técnica feita por um engenheiro ou arquiteto.
  • Extintores: obrigatórios e precisam ser aferidos regularmente. Quem calcula a quantidade e onde devem ser instalados é o especialista técnico.
  • Detector de fumaça: automaticamente aciona um alarme sonoro diretamente com o Corpo de Bombeiros, no caso de existência de incêndio, porém não é obrigatório em todos os Estados.

Carreira de Bombeiro Civil

Saiba porque investir na carreira de bombeiro civil

Muitas pessoas têm ressalvas em considerar a carreira de bombeiro civil por pensar nos riscos atrelados a esse ofício.

De fato é preciso ter coragem e vocação, além de habilidade para lidar com situações críticas e perigo iminente.

Apesar disso, existe o lado vantajoso e heróico dessa profissão que também precisa ser levado em consideração.

A escolha pela carreira de bombeiro civil, como qualquer outra, tem também os seus benefícios. Saiba cinco motivos que fazem valer a pena ser um bombeiro civil.

1- Salvar vidas

Essa é a razão mais óbvia que torna extremamente válida a ideia da carreira de bombeiro civil.

Ter a responsabilidade de uma vida em mãos e então ser capaz de restituí-la não tem preço.

Além de ser um trabalho essencial para a sociedade, é muito gratificante pessoalmente.

Vale a pena ressaltar que os bombeiros civis não salvam vidas apenas apagando incêndios, como no imaginário de muitas pessoas, mas também prestando os primeiros socorros em situações de emergência, prevenindo acidentes e até mesmo auxiliando em campanhas de prevenção. É um serviço muito importante para a vida.

2- Trabalho em equipe

Trabalhar em equipe em um serviço como o do bombeiro civil é sem dúvidas uma boa vantagem.

Para que um bombeiro seja bem sucedido, é fundamental reconhecer e valorizar o trabalho bem orquestrado de todo o grupo.

Sendo assim, ingressar na carreira de bombeiro civil traz capacidades de trabalho em equipe que são muito importantes também para outras áreas da vida.

Os profissionais aprendem muito sobre lealdade, a importância da comunicação e a sensação de pertencer a um coletivo.

3- Proteção ao patrimônio público e privado

A responsabilidade de zelar por patrimônios públicos e privados é muito grande, e é graças aos bombeiros que muitos acidentes não acontecem diariamente.

Devido à prevenção de incêndios, que é tão importante quanto a contenção de um, os bens de muitas pessoas e os patrimônios públicos se mantêm de pé.

É certamente recompensador e gratificante saber que o seu ofício tem o poder de garantir que as chamas não destruam um sonho, um patrimônio histórico ou o ganha pão de muitas famílias.

4- Saúde

Para ingressar na carreira de bombeiro civil, é preciso estar com a saúde em dia e se manter assim durante todo o seu período de atuação profissional.

O seu corpo precisa estar sempre apto para situações extremas, e por isso tanto o treinamento quanto as atividades diárias fazem com que o seu corpo esteja sempre em forma e saudável.

5- Trabalho em turnos

Apesar de ser um trabalho de alta periculosidade, a carga horária de trabalho para um bombeiro civil é de 36 horas de descanso a casa 12 horas de serviço.

Essa escala permite que o bombeiro civil tenha tempo para as suas atividades de vida pessoal e para a sua família. Essa divisão é também imprescindível para que esse profissional esteja sempre bem descansado para um novo turno, podendo assim se dedicar completamente.

Como ser um bombeiro civil?

Para iniciar a sua carreira de bombeiro civil, não é preciso prestar concurso público. É necessário ingressar no curso de formação, ter no mínimo dezoito anos de idade e ter concluído o ensino fundamental.

O mercado de trabalho está em ascensão nesse setor. A demanda é constante, ou seja, não é uma carreira que cairá em desuso algum dia.

A atuação de um bombeiro civil é majoritariamente na prevenção e no combate a incêndios, mas outras atividades que também são relacionadas à função são: resgate de pessoas em situações de risco ou acidentes, avaliação de riscos, inspeção de equipamentos de combate e proteção a incêndios, prestar primeiros socorros e mais.

Onde atua um bombeiro civil?

Um bombeiro civil pode exercer a sua profissão em grandes eventos, hospitais, estádios de futebol, empresas, shoppings centers, grandes indústrias, órgãos de ensino e outras diversas possibilidades.

A remuneração varia de acordo com cada Estado e com o grau de formação de cada bombeiro.

O quanto você sabe sobre um bombeiro civil?

Muitas pessoas têm a ideia padrão: o bombeiro é sempre aquela pessoa que heroicamente combate os incêndios usando mangueiras e extintores.

Por mais que essa ideia seja verdadeira, existem muitas outras atribuições para o bombeiro civil.

Esse profissional não apenas apaga incêndios, como os previne e atua também em outros tipos de emergências em grandes edificações, eventos ou empresas.

Apesar de haver muitas dúvidas não esclarecidas a respeito do serviço do bombeiro civil, se trata de uma profissão de extrema importância.

Em São Paulo, por exemplo, em todo o Estado, existe uma regulamentação que obriga por lei a contratação de bombeiros civis em estabelecimentos, de acordo com o seu porte.

As maiores dúvidas sobre a profissão do bombeiro civil

Apesar dessa importância e do reconhecimento que esse profissional recebe da população, que se sente mais segura pelo trabalho oferecido, ainda existem muitas dúvidas a respeito da atuação do bombeiro civil.

Leia mais e tire todas as suas dúvidas a seguir.

1- O que faz, afinal, um bombeiro civil?

O bombeiro civil é o profissional que atua em planos de emergência e gestão de riscos do local onde exerce o seu trabalho.

Ele pode trabalhar em empresas, eventos de pequeno e grande porte, shoppings centers e mais, ficando responsável por gerir todos os riscos de incêndio e preveni-los, evitando qualquer situação com potencial de se tornar uma emergência.

É o bombeiro civil quem inspeciona diariamente em uma rotina organizada os equipamentos de combate a incêndio e acompanha as atividades que que tragam riscos para a edificação onde ele atua.

Cabe ao bombeiro civil zelar pela preservação de vidas das pessoas que transitam pelo ambiente onde ele trabalha, desenvolvendo sempre planos de emergência para que as vidas sejam preservadas.

Além da prevenção, o bombeiro civil também é responsável por prestar primeiros socorros a pessoas em situações de necessidade, sejam vítimas de acidentes ou alguém que se sente mal subitamente, até que se chame o resgate.

2- As empresas são obrigadas por lei a contratarem um bombeiro civil?

Federalmente, não existe uma lei que obrigue as empresas a contratarem bombeiros civis, mas essa resposta varia de acordo com a legislação local de cada Estado ou Município. Cada local tem as suas próprias exigências.

Como citado acima, no estado de São Paulo, por exemplo, é obrigatória a contratação de bombeiros civis em eventos, shoppings centers, supermercados de grande porte, campus universitários, grandes lojas de departamentos e etc.

3- Como um bombeiro civil pode atuar no mercado?

As oportunidades de atuação para um bombeiro civil no mercado de trabalho são mais amplas do que muitas pessoas imaginam.

Ele pode exercer a profissão como profissional empregado, diretamente com a empresa que necessite desse trabalho, como profissional terceirizado, autônomo em eventos e etc.

A lei que regulamentou a profissão do bombeiro civil também previu uma carreira para esse profissional, classificando o bombeiro em três diferentes categorias:

Bombeiro civil: com curso básico de bombeiro, recebendo cerca de dois salários mínimos.

Bombeiro civil líder: com curso técnico de nível médio, incluindo disciplina de comando de equipe, prevenção e combate a incêndio, e piso salarial de cerca de três salários mínimos.

Bombeiro civil mestre: engenheiro formado, especializado em prevenção e combate a incêndio, que será responsável pelo comando da unidade de trabalho, recebendo em torno de 8 salários mínimos.

Todos esses profissionais recebem gratificações de periculosidade e seguro de vida, além do salário.

A atuação do bombeiro civil no mercado de trabalho vai depender principalmente da sua especialização.

4- Como é a formação do bombeiro civil?

Além de fazer o curso básico, o bombeiro civil precisa também passar anualmente por um curso de reciclagem.

O curso inicial do bombeiro civil tem uma carga horária obrigatória de 210 horas, se dividindo em conteúdo prático e teórico.

O curso prático não apenas fornece conhecimento de combate a diferentes formas de incêndio, mas também ensina o manuseio dos equipamentos utilizados nessa função.

A formação também contempla profissionais capacitados em noção básica de resgate e socorro, em terra ou alturas.

Para fazer o curso básico de bombeiro civil, o aluno precisa ser maior de dezoito anos e ter concluído o ensino fundamental, além de ter que ser aprovado no exame médico em até no máximo dois meses antes do concurso.

Depois de esclarecer essas dúvidas sobre a profissão do bombeiro civil, considere investir nessa carreira que garante a segurança e salva vidas.

A segurança de um ambiente comercial é de extrema importância, independente do porte da sua empresa. A preocupação principal, é claro, é a preservação da vida e da integridade física das pessoas que transitam pelo local.

Além disso, também são preservados os bens materiais e as próprias instalações, evitando prejuízos de grande porte.

Para que acidentes como esse sejam evitados em empresas ou edificações com circulação de pessoas, você precisa de uma consultoria especializada em sistemas de prevenção e combate a incêndio.

Qual a importância de contratar uma consultoria especializada em sistemas de prevenção e combate a incêndio?

Qualquer instalação onde pessoas circulam precisa de um sistema eficiente de segurança, com prevenção e combate a incêndio.

Isso protege não apenas as suas vidas, como o patrimônio em caso de acidente.

Esse serviço é fundamental para a elaboração de um projeto que principalmente previna a edificação de possíveis incêndios, mas também deixa as instalações protegidas para caso um incidente assim aconteça.

As empresas que oferecem consultoria especializada em sistemas de prevenção e combate a incêndio contam com um corpo técnico bem preparado, altamente especializado e experiente para  conquistar a sua confiança e garantir a sua tranquilidade.

Todas as medidas de segurança para a prevenção e combate a incêndio são documentadas e detalhadas para serem apresentadas ao Corpo de Bombeiros.

O custo benefício para poder contar com essa tranquilidade é excelente.

Como funciona a consultoria especializada em sistemas de prevenção e combate a incêndio?

Toda edificação, seja residencial, comercial ou industrial, deve contar com um sistema de combate a incêndio.

É isso que garante a segurança de quem transita por esse espaço, além da integridade dos bens que ali estão.

O sistema de prevenção e combate a incêndio é um conjunto de serviços e equipamentos que tem como função fazer o monitoramento, controle e dispersão de chamas, antes que essas se tornem um incêndio de grande proporção.

Quando esses equipamentos são acionados, eles utilizam água ou outros produtos químicos necessários para conter o fogo. Contar com esses equipamentos diminui os prejuízos com sinistros e mantém também a segurança do local.

Contando com um bom sistema de alarmes em incêndio também fica mais fácil avisar às pessoas no local sobre os incidentes, evacuando de forma tranquila, evitando feridos ou mortos.

Cada edificação possui uma necessidade específica de consultoria especializada em sistemas de prevenção e combate a incêndio.

Esse projeto precisa ser avaliado e realizado por profissionais especializados para melhor atender a sua necessidade. Independente de qual seja, é imprescindível contar com essa proteção e reduzir os possíveis prejuízos e danos à vida.

Consulte uma empresa especializada, de confiança, e faça esse investimento na sua tranquilidade. Prevenir ainda é a melhor forma de se lidar com possíveis incidentes e evitar assim futuras dores de cabeça.

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